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Maior orgulho que eu tenho dessa cidade é a Hell Oh!. A banda friburguense (orgulho de falar isso, hihi) surgiu em 2011, quando os integrantes Raphael (voz e guitarra),Vinicius (guitarra), Maycon (baixo) e Tulio (bateria) se juntaram com o intuito de fazer um som garage rock e lançaram esse ano seu primeiro EP, “Hell Oh!”.

A banda me lembra um pouco Arctic Monkeys, aquele toque de rock britânico que deixa a banda muito mais especial.  O Hell Oh! tem influências do punk, surf music, do metal stoner, grunge, blues, garage, entre outros. Outra coisa que me deixou apaixonada pela banda foi o cover que fizeram da banda The Smiths, no show que fui!

Desde o final de Maio, já rolam pelos jornais e revistas boatos de que o festival de música e arte Choachella pode ter sua versão brasileira em 2014. Depois de festivais como Sónar e Lollapalooza, tudo que os brasileiros que curtem arte e música (principalmente os mais alternativos) precisam é de um Coachella, não é?

Artistas renomados como Morrissey, Vampire Weekend, Florence and the Machine, Muse, La Roux, MGMT, Radiohead e até mesmo Paul McCartney já se apresentaram no Coachella. O cenário “alternativo” abordado pelo Coachella não se restringe ao rock. O festival também apresenta atrações de música eletrônica, como David Guetta, e hip hop como Kanye West, Jay-Z, e a apresentação de destaque do Snoop Dogg com o holograma do rapper falecido, Tupac Shakur.

Diferentemente dos outros dois festivais citados acima, o Coachella é um festival fixo. Anualmente, artistas se apresentam em uma cidade no meio do Deserto da Califórnia (segundo o site da revista Rolling Stone, o festival teria a Arena Palmeiras, que ainda está sendo construída em São Paulo, como palco). Bem, o que se pode dizer é que o Jockey Club de São Paulo não desapontou quanto ao Lollapalooza, que ocorreu ainda esse ano.

E aí, ansiosos pra saber se o boato é verdade e já garantir sua vaga no Coachella Brasil? Eu estou, haha!

Em dezembro de 2012 eu postei as minhas metas para o ano seguinte. Nesse post eu quero contar para vocês sobre o que realizei das 11 metas e o que eu planejo para esse ano que começou agora. Antes, quero desejar para vocês um ano INCRÍVEL com muitas realizações!

♡ Meta número 1: CABELO.

Tingi meu cabelo de vermelho logo no início do ano. A cor que uso é a 77/45 da Color Touch e retoco a cada três meses. Meu cabelo também cresceu muito. Só cortei ele uma vez e agora ele está batendo em baixo do meu umbigo.

♡ Meta número 2: SHOWS.

A meta era ir em 15 shows. Esse ano fui no Rock in Rio e assisti ao shows do Metallica, Alice in Chains, Ghost B.C., Sepultura, Rob Zombie e Sebastian Bach. Sobre shows nacionais, assisti o da Scalene, Nuvens, Hell Oh!, Maria Rita, dois da CPM22, Lenine, Naldo, Titãs e mais umas 5 bandas locais. Cumprida!

♡ Meta número 3: EMAGRECER.

Perdi cinco quilos esse ano. Ainda não estou satisfeita com meu corpo mas já é um começo! Não fiz dieta, perdi peso porque comecei a trabalhar e com isso eu comi menos e andei muito mais. Movimente-se!

♡ Meta número 4: TERCEIRO ANO.

Consegui meu diploma esse ano e vivi o último ano do colégio. O terceiro ano é bem corrido e com muita pressão, mas quando você pisca o olho ele já passou!

♡ Meta número 5: FOTOGRAFIA.

Esse ano conheci um fotógrafo chamado Carlos Mafort. Ele me ensinou MUITO sobre fotografia e me chamou para fotografar com ele para aprender. Devo muito a ele! Fotografei vários eventos e agora tenho a minha própria câmera.

♡ Meta número 6: AMIGOS VIRTUAIS.

Infelizmente não consegui encontrar a minha melhor amiga, Juliana. :( Mas encontrei com muita gente e fiz muitas amizades novas que valeram o ano. Essa da foto é a Barbara da equipe daqui do site.


♡ Meta número 7: 200 FILMES.

Confesso que relaxei muito sobre essa meta. Comecei o ano assistindo a filmes quase diariamente mas com o tempo fui trocando os filmes pelas séries (essas sim podem chegar a 200! hahaha brincadeirinha)

♡ Meta número 8: PARTY HARD.

Com 18 anos e agora 19, enfim deixei de ser tão caseira. Fotografei muitas festas e também fui a várias na minha cidade e no Rio de Janeiro.

Essa semana vou postar as minhas metas de 2014, se alguém tiver sugestão pode me chamar em alguma rede social ou comentar aqui!

E vocês, realizaram o que em 2013?

Antes de qualquer coisa quero implorar desculpas por ter sumido. Os últimos dias eu estava sem tempo para nada por causa de shows e festas, masssssss para compensar eu vou contar tudo aqui para vocês, apresentar umas bandas incríveis e uma entrevista que fiz com o vocalista da banda Folks.

O festival Fora do Eixo tava rolando no Rio de Janeiro e veio até a minha cidade (Nova Friburgo) com duas bandas do rio e duas locais: Hell Oh, O Vazio, Autoramas e Folks. Ignorem minhas fotos pelo amor desse site porque a câmera não tava colaborando muito comigo, tá?

Essa banda de cima é a Hell Oh, daqui da minha cidade. Ganharam meu coração no momento em que cantaram The Smiths!  Os garotos fazem um som bem indie, o que é bem díficil de achar por aqui e mandam muito bem, tô orgulhosa.


Outra banda daqui que tocou foi O Vazio, que tem meu amigo Yann (vulgo Fiuk) na bateria. Eu preciso comentar que o vocalista é IGUAL ao Zéu Brito, no jeito e na aparência. O Rock deles é bem….psicodélico. As letras são super divertidas! Outra banda daqui que eu tô sempre na platéia dando apoio e acredito que os caras vão super longe.

A banda carioca Autoramas foi muito esperada no festival, por ser bem popular no Rio de Janeiro e mandar super bem. Confesso que não conhecia o som da banda antes, mas fiquei apaixonada assim que vi eles no palco. Foi a única banda da noite que tinha uma garota, então foi outra coisa que me conquistou.
Infelizmente não tirei fotos da banda mas roubei lindamente essa foto do Flickr do festival porque sou rebelde.

Agora, minha parte favorita. Já conhecia a Folks antes do festival mas conheci os garotos melhor lá e eu vou contar para vocês que eu tô apaixonada por cada um deles. Os caras tocam incrivelmente bem (foi o show que mais gostei) e eles são de longe a banda mais simpática que já conheci.

A banda é formada por Kauan Calazans na vocal, Vitor Carvalho no baixo, Paulinho Barros na guitarra, Sergio Sessim também na guitarra e Paulo na bateria. O som deles é super legal, minha música preferida é “Carol” e eu preciso que vocês se apaixonem por eles também. Isso é uma ordem.

Agora a parte boa e interessante do post, a entrevista com o vocalista da Folks, Kauan. Nota da entrevista: ele é um dos caras mais simpáticos ao vivo que já encontrei nesse mundinho de bandas também.

GOR: Quais artistas influenciam o estilo da banda?

K: Bom, na real depende da fase… Cada um curte um tipo de som diferente: eu gosto muito de Foo Fighters, Kiss, Incubus, mas tenho ouvido muito zz top e blues rock. O Paulinho gosta de umas coisas mais indie tipo The Kooks, o Sergio gosta de tudo alternativo e Led Zeppelin, Vitor curte Ramones e mpb e o Paulo vai pro lado do Avenged Sevenfold.

GOR: Qual foi o fato mais bizarro/engraçado que aconteceu com vocês em um show?

K: Um show que a gente fez recentemente na Bahia. No google dizia que eram 16 horas de viagem de van, nós erramos o caminho e fizemos 24hrs de viagem, chegamos no local do show faltando 10 minutos e foi um dos melhores shows da turnê! E um detalhe, é que erramos o caminho na volta também…ahhaha.

GOR: Você sente falta de apoio para as bandas nacionais (já que as internacionais costumam ter mais atenção)?

K: Cara, então ultimamente inclusive a gente tem tido muito apoio da galera. A nossa fan page no facebook cresceu absurdamente.. a quantidade de pessoas vindo falar com a gente, se interessando pela banda tem multiplicado diariamente e isso tudo acaba sendo um apoio, direto ou indireto… Então eu acredito que estamos em uma fase muito boa, vamos lançar o novo disco no inicio de 2013 e esperamos que toda essa galera que tá com a gente agora, continue, e que continue se multiplicando! Não sei se por que nessa turnê a gente foi convidado pra tocar com muitos artistas gringos. Talvez, mas o mais importante é que a galera prestou atenção na gente, gostou, e nos procurou no dia seguinte. Isso sim é o mais importante pra nós.

GOR: Se pudesse fazer parceria com qualquer banda brasileira (até alguma que não existe mais), com qual faria?

K: A gente ta planejando algumas parcerias pra esse disco que ta saindo agora, mas por enquanto são surpresa… Mas uma pessoa que certamente eu gostaria muito de ter feito uma parceria, seria o maluco beleza, Raul Seixas.

GOR: Qual show que você assistiu foi o mais marcante?

K: Sem dúvida esse último que rolou do Kiss aqui no Rio. Sou muito fã dos caras, tive a oportunidade de conhece-los, foi absurdamente foda, os caras dando atenção pra mim e pro Sergio, Gene Simmons dando várias dicas. E o show foi fantástico, nem parece que eles já passaram dos 30 hahaha.

GOR: O que acha de groupies?

K: Cara, então eu acho MUITO foda.. na real, vou até indicar um filme, que talvez muitos já viram:  “Almost Famous”. É um filme que fala um pouco sobre as groupies e todo esse lance de backstage e o que um fã é capaz de fazer por uma banda. As groupies são fodas, elas cuidam dos caras da banda, fazem de tudo pelo bem dela, dão apoio, passam o perrengue que for pra comparecer nos shows. Isso eu considero sim uma forma de amor! Groupies, tamo junto! hahaha

GOR: Indica para a gente uma banda que você curta muito!

K: Essa não é desconhecida, mas é bem antiga, talvez uma galera nao conheça: “The Charlie Daniels Band” é tipo um country americano, tenho ouvido muito… A banda “nova” do Liam Gallagher “Beady Eye” é muito boa, tenho ouvido bastante também.

GOR: Qual é a música que você mais gosta de tocar ao vivo?

K: “Carol” nos shows tem rolado uma vibe boa. A galera tem cantado alto… fica bonito de se ouvir!

GOR: Se pudesse sair em turnê com qualquer banda (até alguma que não existe mais), qual seria?

K: Passaram milhões de bandas que eu gostaria de fazer isso mas o Kiss e o Led Zeppelin são as 2 primeiras da fila.. O Foo Fighters porque o Dave Ghrol com certeza é um cara muito maneiro e o Never Shout Never, que conhecemos aqui no Rio De Janeiro quando tocamos com eles, e os caras são muito parceiros, ficamos trocando idéia até de manhã quase hahaha.
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Para terminar o post, um vídeo bobinho que fiz enquanto me arrumava com umas amigas para uma das festas e shows que fui nos últimos dias. Minhas amigas são lindas demais, gente. A música que tá tocando é “How We Do (Party)” da Rita Ora.

Como eu já apresentei pra vocês aqui, a Iluka é a meiguisse em forma de gente! Consegui uma entrevista com ela por meio de uma amiga minha (thaaaaaaaaaaanks, Agatha) e vi uma oportunidade enorme de todos conhecerem uma artista por completo. Além de cantar e compor muito bem, a Iluka entende muito de moda e assim como todos nós ama música. Well, vamos às perguntas!

GOR: É notável que você tem fortes influências das décadas passadas, quais são seus artistas favoritos dos anos 60 e 70? 

I: Nancy Sinatra, Janis Joplin, Grace Slick, Tim Buckley, Joni Mitchell, The Who, Francoise Hardy, Dusty Springfield, Ella Fitzgerald, Nico, Aretha Franklin, Nina Simone, Etta James, Joan Baez, Leonard Cohen, Creedence Stillwater Revival, The Kinks, Joe Cocker… A lista é infinita!!!

GOR: Se você fosse fazer uma colaboração com qualquer artista, vivo ou morto, quem seria? 

I: Joni Mitchell. Sem dúvidas. Eu acho que ela é uma das melhores compositoras de todos os tempos. Ela gosta de experimentar e sempre vai além das barreiras, movendo-se de gênero para gênero, explorando tons alterados e ritmos, e suas letras por si próprias são pura poesia. Uma mulher muito inspiradora!

GOR: Você tem alguma história engraçada de backstage que você gostaria de compartilhar? 

I: Hmmm… nada muito marcante por enquanto, mas dê tempo ao tempo :)

GOR: Na sua opinião, moda influencia a música (e vice versa)? Como? 

I: Eu acho que música e moda andam de mãos dadas e com certeza se influenciam. Música é um modo de se expressar e pra mim isso é exatamente pra que a moda serve. Os dois refletem uma personalidade, um sentimento, um espírito, uma imaginação. Desde pequena eu frequentemente me vestia de um certo modo para escrever música – usando um vestido elaborado, um enfeite de cabelo obscuro, acendendo um incenso e velas e escapando da realidade… É essencial criar uma atmosfera e um mundo e se deixar ser consumido por isso! E, ah, que lugar maravilhoso é esse…

GOR: Conte-nos algumas músicas que você tem ouvido recentemente! 

I: Bem, recentemente meu vizinho me deu uma porção de CDs antigos. Um deles é “música africana de bruxaria e rituais” do Kenya e da Tanzânia, e eu estou amando! É bem obscuro e algumas músicas contém “doutores bruxos” tentando curar pacientes. Bizarro e maravilhoso! Carmen Miranda e Edith Piaf também estão entre as coisas mais ouvidas do meu dia-a-dia!

Espero que vocês tenham gostado, se inspirado e anotado as dicas! haha