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Got a secret, can you keep it?

Recebi sugestão de uma leitora para eu falar de maquiagem no blog. Eu sou péssima no assunto, a única coisa que eu sei é fazer olho gatinho e olhe lá. Como é pedido de leitor e não dá para negar (haha), vou começar a fazer posts de como ficar parecido com algum famoso, com vídeos que eu gosto e dicas.

Eu passo muito tempo no Youtube caçando tutoriais de maquiagem para parecer famosos porque é legal ter a capacidade de mudar um pouco sua aparência com a maquiagem, e usar dicas para afinar o nariz para parecer tal cantora ou usar uma sombra para parecer uma atriz.

Hoje vou apresentar para vocês dicas de como parecer uma das nossas mentirosas favoritas de Pretty Little Liars!

Maquiagem.

Na minha opinião, Aria é a personagem mais parecida com as adolescentes “reais” no estilo e na makeup. Acho que é porque ela é baixinha e eu me identifico, haha.
O que mais se destaca na maquiagem da Aria é a sobrancelha perfeita dela, que é desenhada com um lápis escuro. A gente não quer que fique muito falso, então só conserte as falhas.
Outro ponto forte dela é a sua pele de porcelana, então capriche na base e no pó! Nos olhos você não precisa de muito, indico uma sombra marrom marcando o côncavo, um risco fino de delineador e rímel. Em vídeos também indicam que você use lápis branco na linha d’água para aumentar seu olho, mas eu nunca consegui usar o lápis de forma que não ficasse muito marcado. Batom rosa (bem natural), gloss e blush para ficar pronta!
Em todo vídeo que eu assisti, indicavam o gloss apenas no centro dos lábios, isso deixa um efeito muito bonito e natural.

Cabelo.



Vamos ignorar a parte do seriado que a Aria usa mechas rosas, haha. (Ps: eu já usei também, me julguem)
O cabelo castanho escuro é na altura dos seios e bem hidratado. Ela ondula o cabelo ou deixa liso. Para deixar ele liso é só ter sua chapinha ou fazer escova depois de tomar banho. Quem quiser ter os cachos lindos e gigantes, assista esse vídeo:

Sobre penteados, eu raramente vejo a personagem usando algum elaborado. Ela usa muito o cabelo solto, mas também usa rabo de cavalo ou prende uma mecha do cabelo para trás (pode trançar a mecha). Se você quer um penteado mais arrumado, use a trança embutida lateral. É um pentado super meigo que a personagem adora!

A única diferença do penteado da Aria para o do vídeo é que ela não trança todo o cabelo. Quando estiver mais ou menos na “metade” da cabeça, pare de trançar e prenda com grampos, deixando o outro lado do cabelo solto.

Moda.



Aria é moderna. Ela usa as tendências sem ter medo, então não tire os olhos dos blogs e revistas de moda!
Vestidos estampados, saias, meias e jaquetas estão presentes no guarda-roupa dela. Use itens básicos como calça jeans e uma blusa com uma jaqueta mais elaborada e acessórios.  Ps: a personagem AMA acessórios e estampas. Tome muito cuidado para não misturar estampas demais e ficar exagerado!

deicsion

Sei que muitas leitoras estão na reta final do ensino médio e aquele desespero bate “que curso vou prestar?”. Os professores botam pressão, medo, e a gente fica à beira de um ataque de nervos. É uma decisão muito importante nas nossas vidas e nos é imposta muito cedo.
Quando a gente pensa em faculdade, achamos que o curso que a gente escolher vai definir a profissão que seguiremos, só que na verdade não é exatamente isso. Existem vários caminhos a percorrer após a facul sem ser no sentido literal do curso.

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Eu demorei para fazer esse post porque não acho que tenho conhecimento suficiente para dar dicas de fotografia, mas sempre algum leitor me pede para escrever sobre isso. Não vou falar muito da câmera porque não é todo mundo que pode comprar uma semi-profissional ou uma profissional, e é claro que a qualidade da câmera ajuda muito para a foto ficar linda porém quem faz a foto é o fotógrafo, a máquina é apenas o instrumento. Sempre vejo fotos de câmeras analógicas ficarem muito mais bonitas que fotos de câmeras profissionais, então não tenha medo de arrasar no Flickr se você usar uma digital!

Iluminação.
Considero a iluminação o item mais importante para tirar boas fotos. Vocês já perceberam a diferença entre uma foto feita com flash em local escuro para uma foto tirada no sol?

A primeira foto de cima eu tirei com a luz do sol, sem flash. Já a segunda foto eu tirei em uma sala escura, com o flash. Dá para notar que a foto fica muito mais bonita e natural sem o flash, sem contar que o flash sempre reforça quando a pele tá oleosa ou algum defeito.
Faça o máximo para ter a luz do sol, abra todas as janelas, vá para fora… Use o flash só se for necessário!

Cenário.
Uma foto bonita tem um cenário bonito. Se você quer chamar atenção apenas para um item (você, um acessório, etc), eu acho melhor usar um cenário mais neutro. Se você quer tirar uma foto super diva e linda não dá certo posar na frente do seu armário jogado no chão, né?
Se for fotografar dentro de casa, ache uma parede lisa ou um fundo arrumadinho e criativo.

Se você for fotografar ao ar livre é bem mais diversificado de achar o cenário. Vale paredes diferentes, natureza e até aquele morro feio da cidade fica artístico, haha.

Pose.
Todos nós temos alguma pose que é nosso vício e que geralmente não sai legal na foto. Eu por exemplo não consigo deixar de lado minha boca torta e virar o rosto um pouco para o lado, e eu sempre fico bem estranha nessa pose mas É UM VÍCIO!
Tirar um auto-retrato é bem mais fácil de se soltar porque não temos vergonha de soltar nosso lado Gisele Bündchen. Ser espontânea é fundamental, ninguém aqui gosta de ver fotos que a pessoa parece um robô sem expressão.
Dicas para encontrar seu melhor ângulo:

- Não tire fotos de baixo nunca, esse ângulo deixa a gente bem mais gordinha.
- Se você quer esconder os braços mais cheinhos, deixe eles longe do corpo ou no bolso de trás da calça.
- Mantenha a postura! Não jogue seus ombros para a frente do corpo ou seu queixo para baixo.
- Pratique no espelho!

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Criatividade.
Não basta saber todos os itens se você não tem criatividade. Se jogue nos acessórios mais bizarros que você tiver em casa, chame seus amigos, use a tua roupa preferida e faça uma maquiagem bem legal! Separei umas fotos que vi na internet para vocês usarem como inspiração, mas nada de copiar porque cópia nunca fica melhor que a original!

As fotos do post fora as do item “criatividade” foram tiradas por mim (ou eu posei para foto). Quem quiser ver mais fotos minhas é só me adicionar no Flickr!

Quem gostou do post comenta dando sua opinião, se você quiserem posso fazer mais desse tipo ou dar mais dicas! 

Bom, como todos sabem no fim de semana passado tivemos o tão esperado Z Festival. Primeiro, por ser um festival que reunia algumas das principais fanbases no Brasil e por trazer inúmeras novidades.O line-up do festival contava com grandes nomes como Demi Lovato, Big Time Rush, The Wanted e McFly, também com bandas muito amadas mas com uma repercussão menor como Hot Chelle Rae, Yellowcard. O ex-Rock Bones, Peter Punk e a atração nacional para o warm up Dj Torrada que, cá entre nós, arrasou na set list. Confesso que com tantos rumores, boatos e opiniões em relação ao festival, eu me confundi bastante em como começar essa matéria. Como presenciei o primeiro dia de show do  Festival no Rio de Janeiro, optei por ir na ordem cronológica da história.

No Rio, logo na entrada o pessoal parecia bem mais organizado e calmo em relação ao show, as filas não precisaram ser repartidas e não houve problema nenhum na entrada, pelo menos até onde fiquei sabendo. O primeiro show, Hot Chelle Rae, começou com poucos minutos de atraso e, surpreendentemente, o público respondeu de forma incrível aos comandos do vocalista Ryan Follese e o resultado foi uma energia incrível, fazendo muitas das pessoas presentes ficarem tristes ao final do show. Até a inesperada I Like To Dance teve uma resposta expressiva, principalmente no coro de Lovesick Electric. A set list foi praticamente a mesma no Rio de Janeiro e em São Paulo, a única troca foi de The Only One por Forever Unstoppable no segundo dia de shows. A banda saiu com uma ótima impressão do Brasil e isso foi notável. O baixista da banda diversamente fazia corações com as mãos para os fãs que retribuíam com um carinho mais que barulhento. O guitarrista também fez a alegria do público jogando diversas palhetas. Os meninos encerraram o show com a música I Like It Like That e, como tradição, levaram ao palco duas fãs para cantar o rap.

A segunda apresentação do dia 28 foi de Yellowcard que levantou todo o público do HSBC Arena, mesmo os que não conheciam a banda. Foi bem bonito o modo como a Arena ainda estava com vários desfalques graças ao pessoal que tinha saído após o primeiro show para comprar o que comer e beber. Assim que as músicas do YC começaram o pessoal surgiu correndo por todas as entradas e foi o show que mais aqueceu, com certeza. Esperando assim a grande atração da noite, pelo menos pela fanbase presente, que era McFly.
Como sendo os mais queridos da noite, a banda foi a que mais demorou a entrar. Os detalhes técnicos demoraram um pouco mais que o normal para serem ajustados e a movimentação da equipe no palco arrancava cada vez mais gritos da plateia enlouquecida para ver a banda inglesa.

Logo que entraram começaram com as brincadeiras e embalaram a noite com músicas clássicas da carreira como The Heart Never Lies e Lies que levaram muitas fãs ao delírio. A banda sempre bem humorada brincava diversas vezes com a plateia, sendo em português ou em inglês. Os três meninos não paravam um minuto, levando o show a ter uma energia tremenda. E, segundo eles, aquele seria um momento muito especial, pois iam tocar uma música “que não foi tocada nem na Inglaterra ainda”. E as fãs não fizeram feio, não teve uma música em que a voz do público não preenchesse a Arena. Com a distribuição de baquetas do baterista Harry Judd e sem faltar é claro o “obrigado” do carismático guitarrista Danny Jones, foi encerrado o show da banda.

Após o tão maravilhoso e esperado show de McFly, era a vez da boyband The Wanted tomar o palco. Algumas fãs já tinham ido embora, pois grande parte do pessoal que estava lá, foi exclusivamente para ver McFly, mas as fãs de The Wanted não deixaram que isso atrapalhasse e responderam à altura a animação dos meninos no palco. Calcinhas e sutiãs voavam ao palco a todo momento, assim como narizes de palhaços. Um deles até atingiu a testa do integrante Jay, que muito brincalhão o jogou de volta. O show da banda foi definitivamente emocionante para os fãs que puderam ouvir desde as primeiras composições da banda até sua mais nova música chamada I Found You. Show que levantou pessoas de todas as idades, desde menininhas até mulheres feitas, todos sem errar uma vírgula nas canções. A noite foi encerrada pelos hits Chasing The Sun e Glad You Came, que contou até com uma chuva de papéis dourados no final. Um fato curioso que eu tenho que comentar é como a marcação dos meninos em palco é dinâmica o que faz com que nenhuma região da Arena sofra com falta de atenção. A Arena não demorou muito tempo para se esvaziar e assim chegamos ao fim do primeiro dia de Z Festival.

Em São Paulo logo de manhã os arredores da Arena Anhembi estava mais que lotados por fãs que dormiram na fila para garantir seu lugar na grade e ver o ídolo bem de pertinho. Os portões foram abertos às 15h da tarde e muitas pessoas deram graças, visto ao calor imenso daquela tarde. O warm up do DJ Torrada estava previsto para as 17h e assim aconteceu. Antes uma banda que não consegui ter certeza se era Peter Punk tocou também, mas foi por pouquíssimo tempo. Torrada usou de uma lista de músicas que trouxeram desde de I Gotta Feeling do BEP até o sucesso do momento Gangnam Style. A primeira banda a entrar no palco foi Yellowcard, com certeza levantou muita gente, mas mostraram-se incomodados com o fato de estar em um festival pop para a geração Z. Comentários como os seguintes partiram do palco: “vocês que estão quietos aposto que nunca foram em um show de rock”, “o pessoal que está pulando é fã de verdade, vamos mostrar como se faz rock” e “já que nos colocaram para abrir para a Demi Lovato, vamos mostrar como é um show de rock”. Algumas frases que servem para animar o público mas, em minha opinião, também existe um pouco de revolta nas entrelinhas. Por que cá entre nós, Yellowcard nessa line-up era uma coisa totalmente fora do padrão.

Após o show do YC no palco Zig, Hot Chelle Rae tomou o palco Zag e vestindo um traje para ocasiões especiais, o vocalista mais uma vez tentou levar a plateia, que dessa vez não respondeu exatamente como deveria. Havia mais fãs da banda em São Paulo, mas os que não eram não aceitaram acompanhar a banda tão facilmente como na noite anterior. Exceto pela música Whatever, em que foi mais que bonito ver todas aquelas mãos com seu 3 in the air. A banda encerrou o show com Tonight Tonight, mas antes I Like It Like That veio para cumprir a tradição de levar mais duas fãs no palco. Desta vez, eu estava entre elas e quando estava indo me lembrei da noite anterior, em que chorei por mais de 30 minutos após o show deles, pensando no quanto havia esperado por isso e como seria impossível chegar perto deles, sendo que os minutos daquele fim de semana estavam contados. A sensação é indescritível. Muitas fãs vieram me perguntar como eu consegui não errar, e até uma criança veio até mim com os olhos brilhando, não sei dizer quem era a mais encantada.

Antes de continuar, gostaria de comentar um fato triste pouco antes do show da Demi Lovato. Enquanto eu conversava com várias meninas que vieram me abraçar e dizer o quanto estavam felizes por mim, observei de longe uma das fãs da Demi sair do posto médico. A menina tinha uma faixa pink com o nome da cantora em sua testa e conversava com os seguranças para que eles deixassem ela voltar para o lugar que estava antes, na grade, pelo que eu entendi. Os seguranças não deixaram e a menina apenas se sentou e começou a a chorar desesperadamente abraçando a bandeira que carregava da cantora. Uma mulher veio e argumentou muito com os seguranças, não sei se devo arriscar dizer ser mãe da fã, mas foi algo que cortou meu coração.

Demi estava lindona com aquele cabelo loiro! Ela fez a alegria de todos os fãs que não aguentavam mais de ansiedade. Seu nome estava sendo chamado no palco desde as 16h da tarde, horário em que a cantora nem havia chegado na arena ainda. Alguns dizem ter visto Dougie Poynter assistindo o show da cantora nos bastidores, mas nenhum deles se pronunciou sobre o assunto. McFly detonou, simplesmente. Foi um show maravilhoso e com músicas que todos queriam ouvir, antigas e novas. A própria banda postou em seu twitter dizendo ser o melhor show da carreira de McFly, o que fez dos galaxy defenders presentes mais que orgulhosos. Assim como as outras bandas, Big Time Rush levou seu público ao delírio. Destaque para um momento em que os meninos chamam as fãs ao palco e cantam para cada uma. Não conheço qual música, mas todos comentaram a reação de uma das meninas que, nitidamente, estava se derretendo em palco. Acariciando e sorrindo que nem boba apaixonada para seu ídolo ali. Mas é natural, não é, gente? A noite foi encerrada com os meninos do The Wanted que, amorosos e enérgicos como sempre, carregaram a plateia facilmente, mesmo após horas em pé e pulando.

O que nos leva ao último dia do Z Festival, com a outra metade das atrações no HSBC Arena no Rio de Janeiro. Porém, nossa equipe não estava presente no último dia do festival.

A leitora Ana Luiza Romanelli foi uma das meninas que subiu no palco durante o show do Hot Chelle Rae no Rio de Janeiro e contou para a gente tudo!

“Tudo começou na sexta de manhã, saí mais cedo da escola para conseguir arrumar tudo e sair de casa rumo ao Z Festival.Foi a partir daí que tudo começou a dar errado, só consegui sair de casa perto das três horas da tarde e depois disso eu e minha amiga (que também estava no palco com o Hot Chelle Rae) decidimos ir no hotel ver eles, mas no meio do caminho desistimos pois sabíamos que se fôssemos acabaríamos perdendo o show. Apesar disso ficamos três horas presas em um engarrafamento que parecia nunca ter fim.Quando chegamos ao HSBC tivemos que dar a volta toda outra vez pois havíamos passado do estacionamento. Chegamos lá dentro e saímos correndo, mas ao chegar à pista premium tudo começou a dar certo. Nem todos as pessoas haviam chegado e apenas um terço da pista estava cheio, então achamos um buraco e entramos para assistir ao show do Hot Chelle Rae.
O show começou e eu mal podia acreditar que eu realmente estava ali, foi tudo perfeito. Durante todo o show, sempre que eles paravam de cantar, nós levantávamos dois cartazes, um estava escrito Blow Us A Kiss e o outro I Know How To Rap “ILILT” (I Like It Like That). Todas as nossas tentativas fracassaram, mas assim que Honestly acabou nós levantamos outra vez, foi ai que o Ian (baixista do HCR) olhou e fez que sim com a cabeça, eu comecei a surtar, mas mesmo assim ainda não tinha a mínima ideia de que eles fossem chamar a gente. Foi quando I Like It Like That começou que nós começamos a gritar e pular segurando o cartaz, e ai o Ian falou no ouvido do Ryan (vocalista do HCR) e logo depois ele apontou pra gente e disse que precisa de um Rapper ai ele disse “The green sign” e a gente surtou, eu comecei a chorar descontroladamente não podia acreditar que isso realmente estava acontecendo comigo.
Subimos no palco e a partir daí foi tudo simplesmente surreal, chegamos lá e eu falei “Ryan!!” e ele abriu os braços e me abraçou, olhou no meu olho e perguntou qual era o meu nome e disse para seguirmos o que ele faria, fiz que sim com a cabeça e eles nos puxou para o meio do palco. Olhei para frente, todas aquelas pessoas olhando pra mim, eu ali no palco com minha banda preferida, tudo parecia bom demais para ser verdade.
Começamos a cantar o rap e eu percebi que o Ryan a princípio achou que a gente não fosse saber cantar, mas quando a gente começou a cantar ele olhou pra gente com uma cara de surpreso, quando ele pôs a mão por cima de mim e todo mundo gritou eu pude perceber que eu realmente estava ali, e na parte do “Make girls take it all off” ele pegou minha blusa e deu uma puxada, cara tudo o que eu fazia era chorar. No final o cara da produção entrou e literalmente empurrou a gente pra fora do palco, nem tivemos como nos despedir da banda e eu me arrependo muito disso.
Depois disso um cara do Multishow nos perguntou se poderíamos dar uma entrevista e nós aceitamos de cara. Minha amiga estava super calma e eu não conseguia parar de chorar, estava em choque. Voltamos para a pista e várias pessoas vieram falar com a gente, várias nos xingaram mas eu estava tãaaao feliz que nada me abalou. Depois, no show do Yellowcard eu mal conseguia ficar em pé, minha ficha ainda não tinha caído. No show do Mcfly eu comecei a me acostumar com tudo e aproveitei muito o show, que na minha opnião foi um dos melhores da noite. E o show do The Wanted foi simplesmente mágico, eles são uma das minhas “bandas” preferidas então também aproveitei muito o show.
Foi um dia que vai ficar pra sempre na minha memória e no meu coração. Minha ficha nunca vai cair, acho que vou estar velhinha lá com meus 80 anos e vou continuar a me perguntar se foi tudo realmente verdade. Gostaría que todas as fãs pudessem ter a mesma sorte que eu tive, gostaria que todas pudesem sentir o que eu senti. Portanto, nunca nunca desista dos seus sonhos pois a esperança é a última que morre, ta aí uma frase que nunca fez tanto sentido pra mim.”

Postado por Giovana