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Em dezembro de 2012 eu postei as minhas metas para o ano seguinte. Nesse post eu quero contar para vocês sobre o que realizei das 11 metas e o que eu planejo para esse ano que começou agora. Antes, quero desejar para vocês um ano INCRÍVEL com muitas realizações!

♡ Meta número 1: CABELO.

Tingi meu cabelo de vermelho logo no início do ano. A cor que uso é a 77/45 da Color Touch e retoco a cada três meses. Meu cabelo também cresceu muito. Só cortei ele uma vez e agora ele está batendo em baixo do meu umbigo.

♡ Meta número 2: SHOWS.

A meta era ir em 15 shows. Esse ano fui no Rock in Rio e assisti ao shows do Metallica, Alice in Chains, Ghost B.C., Sepultura, Rob Zombie e Sebastian Bach. Sobre shows nacionais, assisti o da Scalene, Nuvens, Hell Oh!, Maria Rita, dois da CPM22, Lenine, Naldo, Titãs e mais umas 5 bandas locais. Cumprida!

♡ Meta número 3: EMAGRECER.

Perdi cinco quilos esse ano. Ainda não estou satisfeita com meu corpo mas já é um começo! Não fiz dieta, perdi peso porque comecei a trabalhar e com isso eu comi menos e andei muito mais. Movimente-se!

♡ Meta número 4: TERCEIRO ANO.

Consegui meu diploma esse ano e vivi o último ano do colégio. O terceiro ano é bem corrido e com muita pressão, mas quando você pisca o olho ele já passou!

♡ Meta número 5: FOTOGRAFIA.

Esse ano conheci um fotógrafo chamado Carlos Mafort. Ele me ensinou MUITO sobre fotografia e me chamou para fotografar com ele para aprender. Devo muito a ele! Fotografei vários eventos e agora tenho a minha própria câmera.

♡ Meta número 6: AMIGOS VIRTUAIS.

Infelizmente não consegui encontrar a minha melhor amiga, Juliana. :( Mas encontrei com muita gente e fiz muitas amizades novas que valeram o ano. Essa da foto é a Barbara da equipe daqui do site.


♡ Meta número 7: 200 FILMES.

Confesso que relaxei muito sobre essa meta. Comecei o ano assistindo a filmes quase diariamente mas com o tempo fui trocando os filmes pelas séries (essas sim podem chegar a 200! hahaha brincadeirinha)

♡ Meta número 8: PARTY HARD.

Com 18 anos e agora 19, enfim deixei de ser tão caseira. Fotografei muitas festas e também fui a várias na minha cidade e no Rio de Janeiro.

Essa semana vou postar as minhas metas de 2014, se alguém tiver sugestão pode me chamar em alguma rede social ou comentar aqui!

E vocês, realizaram o que em 2013?

Cresci assistindo American Idol, então me apego muito em reality shows de música. Acompanhei Chris Daughtry, Kelly Clarkson, Adam Lambert e Blake Lewis desde suas primeiras apresentações, sempre votando e torcendo.
 Adam Levine, CeeLo Green, Christina Aguilera e Blake Shelton compõem a equipe de técnicos do The Voice USA 2013, uma competição de cantores. O reality começou em setembro e nessa semana rolou a apresentação do TOP 10. Eu, sempre apaixonada, já tenho os meus preferidos! Aqui vai o meu TOP 3:

 Will Champlin – TEAM ADAM

Will é apaixonado por música. A origem de sua paixão veio de seu pai: cantor, escritor e tecladista de uma banda de rock. Champlin se formou em uma faculdade de música e agora trabalha no ramo, sendo backing vocal para Glenn Frey da banda The Eagles.
Ele tem a aparência bem indie, o que me deixou completamente apaixonada. Todo mundo sabe que eu tenho uma queda por tudo que é indie, haha. Will já cantou Imagine Dragons duas vezes na competição e One Republic, duas bandas que eu amo.




Ray Boudreaux – TEAM BLAKE

Ray é o galã da temporada. Essa carinha bonita é de uma cidade pequena de Louisiana e viajou pela primeira vez para LA para seu teste no programa. Ele já é pai e por isso parou de se apresentar tanto, mas ainda toca na sua cidade algumas noites na semana.
Além de parecer um príncipe, o que mais chama minha atenção em Ray é seu estilo, que ele descreve como “soul, funk, and love”. É realmente uma delícia ouvir a sua voz.

James Wolpert – TEAM ADAM

Essa carinha de nerd não é de menos. Quando morava em Pittsburgh, James era um gênio da Apple Store durante o dia e um músico durante a noite. Agora ele mora em LA, em busca de um recomeço e uma carreira musical.
O vídeo dele apresentando Mr. Brightside da banda The Killers já é o bastante para todo mundo ficar apaixonado por esse rockstar disfarçado pelo estilo preppy.

Em um estágio do programa, os participantes tem que cantar em dupla em uma batalha. James e Will cantaram juntos a música “Radioactive”. Assim meu coração não aguenta!

Um participante que eu não coloquei no meu TOP 3 porque já foi eliminado é o Nic Hawk.

Nic é dançarino e também ama teatro. Ele trabalhou no ramo de musicais por mais de quatro anos, até voltar para casa e dar aulas de dança.
Eu realmente não entendi a sua eliminação, já que a apresentação que ele fez foi incrível. Espero que ele não desista de seguir a carreira de cantor, já sou fã!

Se alguém já assiste o programa, não esqueça de me contar para quem você está torcendo! Se você não assiste, espero que esse post tenha te convencido a assistir e a torcer por eles :P

Quando eu era uma criança, ficava horas escutando um CD da coleção Vibe Sounds da Coca-Cola – para quem não lembra, é um CD bem pequeno e vermelho. A única faixa que eu realmente ouvia e não tirava do repeat era “Dias Atrás”, da banda paulista CPM 22. Posso dizer que na época eu era uma menina bem chata sobre música, do tipo metida por só curtir bandas internacionais e ter um certo preconceito com as nacionais. CPM 22 foi a primeira banda brasileira que eu prestei atenção e bati no peito que eu era fã. A primeira banda também de rock que abriu caminho para eu virar fã de outras bandas e consequentemente, virar quem eu sou hoje.
Sendo a fan girl orgulhosa que sou e atendendo a pedidos de vários leitores do blog, entrevistei Ricardo (mais conhecido como Japinha), baterista da banda.

GOR:  Em algum momento você achou que não ia dar certo? Já pensou em desistir dessa correria toda e sair da banda?

Ricardo: Na verdade, antes da banda estourar, sinceramente falando, nunca achei que ia dar certo. Viver de rock no Brasil pra mim era uma utopia. Coisa pra 5, 10 bandas, no máximo. Mas os fatos me desmentiram e eu passei a acreditar. Hoje acredito em muitas coisas. Desistir da correria é algo que raramente passa na minha cabeça, talvez mais pra quando estiver mais velho e cansado. Tô longe disso. Ou se aparecer uma oportunidade bem melhor (bem melhor mesmo), talvez possa pensar no caso.

GOR: Você é formado em faculdades bem distintas da música, como fez para escolher esses cursos?

R: Administração eu escolhi por falta de opção, como muita gente faz. Ou talvez porque meu pai tem um pequeno comércio no bairro onde morávamos, então seria uma possibilidade no futuro, gerir o negócio da família. Era muito novo, tinha 17, não tinha certeza de nada na vida. Os outros cursos já foram escolhidos mais por gosto mesmo, maturidade, pois com o tempo a gente vai percebendo do que gosta mais mesmo. No caso, Sociologia e Filosofia são áreas pelas quais tenho muito interesse.

GOR; Você tem algum ritual antes de entrar no palco? Pode contar para a gente?

R: Até que tenho, mas nada demais. Alongo e me aqueço bem, por mais de 15 minutos. Também tomo uns cafés ou outros estimulantes, como energéticos (tudo à base de cafeína, nada muito pesado). Cumprimento os caras da banda, tento criar uma atmosfera de energia positiva, converso com Deus e subo.

GOR: Tem alguma música que você não aguenta mais tocar? (risos)

R: Seria injusto falar que não agüento. Porque amo o que faço. Mas tem uma ou outra que provavelmente já toquei mais de 1000 vezes que não dão o mesmo prazer que as mais recentes. Acho que isso é natural pra qualquer banda que tenha mais de 5, 10 anos de estrada (14 no meu caso com o CPM22 e 18 anos com o Hateen).

GOR: Você disse no MTV Sem Vergonha que se fosse um animal seria um golfinho. E se vc pudesse ser um CD/ou uma música, qual seria?

R: Um CD, seria o “Nevermind” do Nirvana. Uma música, seria “You shook me all night long” do AC/DC.

GOR:  Recentemente você participou do projeto Alma de Batera. Como foi seu contato com esses jovens especiais? O que mais te surpreendeu?

R: Foi uma das experiências mais surpreendentes e enriquecedoras em minha vida. O contato foi super saudável e amistoso. Eles são super carinhosos e interessados. É tudo muito puro, o tempo todo. A troca e interação com eles é muito leve e gostosa. O que mais me surpreendeu é o quanto eles gostam de tocar bateria. E como conseguem levar um ritmo numa boa (do jeito deles, mas levam).

GOR:  O CPM22 voltou recentemente para a Universal Music, como foi essa volta?

R: A volta foi muito boa. Até porque tínhamos saído de forma tumultuada, com um desentendimento com o antigo diretor artístico, Rick Bonadio. Como ele não está mais na Universal, o presidente (Ébole), o vice (Ratto) e toda a equipe da gravadora, que sempre disseram adorar a banda, nos receberam maravilhosamente bem, de braços abertos, com direito à comemoração em bar e tudo.

GOR:  Você serve de inspiração para muitos jovens brasileiros, como lida com isso?

R: É uma responsabilidade e tanto. Tento fazer minha parte do melhor jeito que posso, em especial na bateria, nos palcos e estúdios. Nas entrevistas, no meu dia-a-dia, em minhas redes sociais também. Muitas vezes alguém vem me falar que começou a tocar por minha causa , ou que fez determinado curso por eu também ter cursado, ou se tornou vegetariano porque também sou. Isto me deixa contente e honrado, além de me dar uma noção da influência que de certa forma, geramos nas pessoas que curtem nosso trabalho.

GOR:  Por que baterista faz tantas caras e bocas? É pra acompanhar os movimentos do corpo? Haha

R: É falta de coordenação mesmo… rsrs – afinal, já temos que coordenar dois braços, duas pernas de forma independente uma da outra (eu ainda canto, pra piorar). As caretas são conseqüências… não dá pra ser muito vaidoso tocando.

GOR: Indica para a gente uma banda ou música!

R: Gosto de “The Pumped Up Kids” do Foster the People.