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São muitos os fatos que comprovam que a mulher não é o sexo frágil, e existem diversas mulheres que publicamente provam isso. Muitas delas são minha inspirações pra ser uma mulher melhor portanto nesse Dia das Mulheres, separei esse post pra lembrar delas, revolucionárias, atrizes, fashionistas, inspirações, mulheres.


 Feliz dia das Mulheres não só para aquelas que fizeram história para o mundo todo, mas também para aquelas que fazem sua própria história pouco a pouco todos os dias. Parabéns para gente!

Carolina Telles Por: Carolina Telles
Notícias

Essa semana meu feed deu lugar a uma nova pauta de discussão: assédio sexual e estupro. Graças a publicação da SuperInteressante desse mês, muitos seres-humanos indignados lotavam meu mural de reclamações e opiniões diante da matéria e dos relatos chocantes. As pessoas se viam pela primeira vez diante de uma realidade já sabida e vivenciada por mim e muitas mulheres. A do medo de um estupro eminente.

Capa da SuperInteressante do mês

Capa da SuperInteressante do mês

Dos 104 relatos (CENTO E QUATRO. E ainda são bem poucos em relação a quantidade absurda de estupros que acontecem diariamente. Segundo pesquisas, pelo menos 6 estupros acontecem por hora. SEIS. POR HORA.) consegui ler pelo menos uns quarenta antes de fechar a matéria com um misto de nojo e ódio. Meninas abusadas desde a infância. Abordadas a caminho do trabalho, voltando da faculdade, da padaria, da balada. Meninas que não usavam roupas que fossem consideradas indecentes, que não estavam perambulando a toa na rua, e que não deram motivo nenhum para a violência. Eram apenas meninas levando sua rotina diária. Ou que, com medo de uma possível abordagem, procuraram a ajuda de amigos e parentes, e estes mesmos as violentaram.

Sabe quando você sente um leve enjoo ao perceber que tem um estranho te seguindo? Essas meninas provavelmente sentiram. Mas diferente de mim, não tiveram a mesma sorte de conseguir escapar de uma abordagem. “Ah, mas se alguém te seguiu ou te abordou, você deveria entrar em contato com a polícia”. Soa como uma solução fácil. E até seria. Mas infelizmente essa não é nossa realidade. Depois do assédio e do estupro, a mulher provavelmente só vai sofrer mais uma fase da violência na delegacia. O assédio moral. Ser julgada e responsabilizada pelo simples fato de ser mulher e estar no lugar errado e hora errada. E perceber, enfim, que seu caso, como de muitas outras, acabou ali. Não vai ser resolvido ou levado a sério.

Soa como uma realidade dura? Bom, tem mais. Pelo menos uma entre cada cinco mulheres vai, se já não foi, ser estuprada. E estupro não é só o que acontece com estranhos. Estupro é dentro de casa também. Com amigos, familiares ou cônjuge.

Muitas meninas vivem com essa duvida para sempre. Fazem sexo sem vontade, ou por pressão alheia e não caracterizam como estupro. Sofrem com uma culpa invisível e uma frustração por simplesmente não terem sido ensinadas que o sexo precisa ser feito apenas com o consentimento de ambas as partes. Muito pelo contrário, foram ensinadas a ter a mentalidade de que a mulher é um ser submisso às vontades do homem, que pode fazer o que bem entende com ela. Que mulher não tem direito a ter razão.

Ganhador do Leão de Prata, o filme grego Miss Violence aborda o tema do estupro familiar

Ganhador do Leão de Prata, o filme grego Miss Violence aborda o tema do estupro familiar

E por isso ela se culpa. Por pensar que talvez estivessem certos. Que talvez ela estivesse mesmo provocando. Que o sexo que ela fez com o cara por pressão ou pena torne ela uma vadia. Que ela estava no lugar errado, e na hora errada. Que talvez ela seja promiscua e então não deveria se queixar de ter caras atrás dela. Se culpa até mesmo por ser mulher.

Mas a verdade é que a menina não tem culpa nenhuma. Nunca vai ter. Culpa é do agressor, que se aproveitou de alguma fragilidade, seja física ou emocional. Culpa é da sociedade machista que prega a castidade da mulher enquanto exalta a vida sexual do homem. Culpa é da mídia que encara a sexualização e objetificação excessiva da mulher como algo normal. A culpa é de todos. Menos da vitima, que infelizmente, pega toda a culpa pra si.

Mariana Por: Mariana
Especiais

O amor está no ar! O Dia dos Namorados está chegando, e o comércio ama essa data. Não acho legal ter UM dia para dar presentes, para mim todo dia é dia de amar e quando vejo algo que lembra o meu namorado e posso comprar, presenteio sem ter uma data específica.

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Poréééééém, a data ainda existe e a gente fica se roendo de vontade de dar uma lembrancinha. Para ajudar vocês, fiz uma lista de presentinhos legais para o Dia dos Namorados até R$100. Muitas coisas que estão na lista de presentes para meninos vale para as meninas e vice-versa, tá? Eu, por exemplo, amaria o item 6 da lista de presentes para eles!

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Sabine D'Alincourt Por: Sabine D'Alincourt
Moda

Oi gente! Dei uma sumidinha do GoR, mas estou de volta. Sabem como é, trabalho novo, vida nova, um monte de bandas anunciando que vem ao Brasil. Com tanta coisa acontecendo, todo o tempinho que eu ando tendo, vou para as redes sociais. Nesses dias, principalmente pra me informar sobre bandas.

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Mas, deixando a parte de divulgação de shows por conta do Flesch, eu vim falar de uma rede social que eu uso bastante e que, inclusive, me ajuda bastante pra achar inspiração de looks pra usar em shows e outros eventos. Essa rede não é novidade pra ninguém: o Instagram. Mas a questão não é ele e, sim, quem você segue lá? Vem ver quem são as pessoas que mais me inspiram, e podem inspirar vocês também. ;) Continue lendo e ganhe um cookie

Caroline Oliveira Por: Caroline Oliveira
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 Não tem 2 anos que eu fazia questão de afirmar que casamento e filhos não fariam parte da minha vida jamais. A idéia de ser livre, independente e buscar o sucesso profissional era o único e exclusivo plano no futuro. 



 Formar uma família era ideal de pessoas limitadas e regradas demais. Não queria gastar o meu dinheiro com ninguém, além de mim. 

 Ora que idéia. Vestido branco, igreja, juíz, véu, buquê? Como? Nem pensar. Rios de dinheiro gastos com uma besteira sem fim. 
  Minha mãe mesmo não casou. É solteira, cuida de duas filhas e não foi isso que impediu a sua independência. Talvez uma independência limitada, mas sempre aprendi que ser livre era o mais importante. 

 Mas isso foi há 2 anos. 

  Hoje observo pessoas encontrando o  amor, que talvez não seja eterno, mas com a minha idade já estão praticamente casados. Será que isso é bom?
Não sei, mas quero experimentar. Me vem uma curiosidade de como eu seria casada e com filhos. Tenho 20 anos e não busco isso agora, mas em um futuro bem próximo, a idéia de ser mãe começa a me agradar. Em 8, 10 anos quero filhos. Quero um marido. Uma casa. Construir uma família. 
A idéia que tanto me assustava, agora é algo que quero descobrir o quanto antes. 
Oras, meus namoros nunca duraram. Não devo ter achado ninguém que eu gostava o suficiente.
 Tenho o estranho hábito de só me identificar com gente de banda. Amores que considero impossíveis pela distância. Já sofri tanto por um amor assim e não gosto nem de pensar sobre, mas infelizmente é o único que me entende e me completa. Será? 
Será que isso é só uma desculpa para eu não sair da minha zona de conforto e encontrar alguém que está bem mais perto do que eu imagino? Será que isso é a resposta do medo de me apaixonar demais por alguém do meu cotidiano? 
 Será que todos os meus pensamentos de 2 anos atrás eram apenas medo de me sentir fragilizada por um amor? 
 Quero descobrir. Quero um amor verdadeiro. 
 Resolvi escrever algo tão pessoal mas ao mesmo tempo tão incomum. Você que está lendo ai provavelmente um dia já se cansou de algum relacionamento, certo? pois é. O problema é que eu me canso de todos os meus relacionamentos em semanas. Algo que parece vir com um prazo de validade. Como se eu abrisse um biscoito, e depois de um tempo sem guardar direito, ele fica meio mole e sem graça.
Além de todo esses problemas, sempre vem um “nossa, 20 anos e não tem namorado? Já tá velha hein Barbara“. Velha por que? Preciso seguir a regra da sociedade de me casar entre os 20 e 30 anos?  
 Tenho 20 anos sim, e não encontrei o “amor da minha vida” entre os 15 e 18 anos. 
 Já pensei que tinha algum problema em me relacionar, já acreditei que nasci para viver sozinha. Já até achei que eu era tão feia, mas tão feia que ninguém me quer. Será que sou tão feia assim? Ou será que eu não estou aberta a relacionamentos?
 Meu desejo de ter uma família entra em conflito com a não paciência de relacionamentos. 
 Odeio o famoso “mimimi”, odeio receber flores, odeio ursinhos de pelúcia, e odeio que me chamem com aqueles apelidos bregas e ridículos que todo casal se chama nos 5 primeiros meses de namoro. 
 O problema sou eu ou eles? Sou madura ou imatura o suficiente para relacionamentos? 
  
 Aproveitando o meu momento desabafo, preciso contar que conheço um cara há exatos 3 anos, e de lá pra cá nos falamos todos os dias. Não é exagero, TODOS OS DIAS. durante TRÊS ANOS. Mas ele mora bem longe, e de fato, vê-lo, não é algo tão simples assim. Outro dia estávamos conversando sobre relacionamento, e ele me contou que no país dele o casamento não é arranjado, mas se você quiser namorar alguém, é pra casar. Ele tem 22 anos, nunca beijou uma garota e é virgem. E ELE É LINDO. Parece o Aladdin ( eu <3 beleza exótica). Os pais dele o deixam bem a vontade para escolher qualquer garota, mas ele diz que ainda não achou a certa. Financeiramente ele é privilegiado, bons estudos, bonito, bem vivido e viajado. Se fosse aqui no Brasil, já estava casado com qualquer uma que já teria dado um jeitinho de engravidar. Mas voltando a nossa conversa: me contou que no país dele casamento é algo sagrado, e primeiro você casa para depois aprender a amar o seu parceiro. Parece loucura, né? Mas lá, não existe divórcio. Não é porque a mulher ficaria mal falada não, é porque as pessoas se respeitam. 
 Aqui cada dia um ta com uma e assim caminha a humanidade. 

 Assim, concluo que não estou pronta para nenhum tipo de relacionamento. Não agora.. 


Barbara Moll Por: Barbara Moll