Sempre tive interesse em conhecer diferentes subculturas, tanto no estilo de se vestir quanto no gênero musical no qual se inspiram. Embora eu prefira não rotular algo como punk, metal ou post-hardcore é quase impossível não atribuir um gênero específico ou outro quando se trata de música ou até mesmo de vestuário. E o interessante das subculturas é a verdadeira farofa de estilos e gostos presentes. E de farofa o psychobilly entende.

tumblr_n11ihwI09C1rkdyx4o1_500

O psychobilly é o nome dado a um gênero musical que mistura a cena punk do final do anos 70 com o rockabilly dos anos 50, com musicas que fazem referência a filmes de terror cults, thrashs e a assuntos como violência, sexualidade e morbidez, sempre caracterizados de forma cômica e corajosa. Apesar dos mesmos elementos usados, não deve ser confundido com a cena do horrorpunk, difundido por bandas como Misfits e Muderdolls.

A primeira banda do cenário foram The Meteors, formada em Londres no ano de 1980 por um fã de rockabilly, outro de punk e por fim um de filmes de terror. A junção de suas idéias e estilos deu no gênero que mais tarde foi expandido por bandas como The Cramps, Batmobile, The Radiacs e Dypsomaniaxe.

Leia mais >

Não sou muito de prestar atenção em Red Carpet, mas vários vestidos do Oscar 2015 me deixaram apaixonada! Os que me chamaram mais a atenção eram os elegantes, sem exagero. O meu look favorito foi o da Meryl Streep, que era discreto e muito bonito. O único que não era tão discreto mas que adorei foi o vestido da Jennifer Lopez, achei bem “princesa”, sabe?

Meryl Streep veste Lanvin

Meryl Streep veste Lanvin

Leia mais >

Essa novela já é velha. Menina conhece menino, começa a gostar dele e consequentemente tenta fazer das tripas coração para que ele retribua o sentimento. E assim cria um personagem que se aproxime dos gostos e preferências da outra pessoa apenas com o intuito de por meio de falsos interesses mútuos finalmente conquista-la.

10590487_832997830053197_6718111091861021105_n

Apesar de não ser a melhor receita quando se trata de relacionamentos (na verdade, a pior receita) ainda usamos esse artificio inconscientemente. O cara não gosta de meninas com muita maquiagem? Progressivamente vamos esquecendo nosso batom vermelho na bolsa. Ele prefere meninas loiras? E lá estamos nós no salão clareando as mechas. “Estou fazendo isso para me sentir bem comigo mesma” alegamos ao cabeleireiro, a amiga, a mãe, ao motorista do ônibus e a nós mesmas. Mas todos no fundo sabem (inclusive a gente) que nenhuma dessas mudanças condiz como nosso verdadeiro eu.

Leia mais >